Sobre a Federação Paulista de Dominó



CONDIÇÕES GERAIS PARA AFILIAÇÃO À FEPAD

Podem associar-se à FEPAD: Clubes, Associações de Clubes ou Ligas e Atletas Independentes, que mantenham vínculo ou afinidade com a prática do esporte DOMINÓ.

A FEPAD disponibiliza aos seus associados, toda infraestrutura necessária para a organização e realização de Torneios e Campeonatos em Clubes, Clubes Empresas, Associações ou Ligas de Dominó.

Atletas independentes poderão filiar-se individualmente pelo prazo de 1 (um) ano, devendo após este prazo associar-se a um clube filiado à FEPAD.

DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA FILIAÇÃO:

Clubes, Associações e Ligas:
1 – Carta em papel timbrado da entidade solicitando a filiação.
2 – Cópia do Estatuto Social.
3 – Cópia da Ata que elegeu a atual Diretoria.
4 – Ficha de Filiação da entidade.
5 - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (cópia do cartão do CNPJ).
6 – Fichas de Filiação dos associados praticantes do esporte Dominó, e cópias simples do RG e CPF de cada atleta.

Filiação Independente, preencher somente a Ficha de Filiação e cópia simples do RG e CPF.

ANUIDADES:
CLUBES: R$ 500,00 (quinhentos reais) – Ou a inscrição de no mínimo 5 associados.
ASSOCIAÇÕES e LIGAS: R$ 1.000,00 (hum mil reais) – Ou a inscrição de pelo menos 2 clubes associados ou 10 associados individuais.
INDIVIDUAL: R$ 100,00 (cem reais).

CLUBES ASSOCIAÇÕES E LIGAS, RECEBERÃO CERTIFICADOS DE FILIAÇÃO.

ATLETAS INDIVIDUAIS RECEBERÃO CARTEIRINHAS.




REGULAMENTO OFICIAL DE DOMINÓ DA FEPAD

REGULAMENTO OFICIAL DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE DOMINÓ - FEPAD

CAPÍTULO I – DO JOGO DE DOMINÓ

ARTIGO 01 - Toda mão ou rodada termina pela batida ou fecha (tranca).

ARTIGO 02 - A mão termina por batida quando um dos 4 atletas joga sua última pedra.

ARTIGO 03 - A mão termina por fecha ou tranca quando um dos 4 atletas joga uma pedra que, além de ser a sétima e última de um naipe, faz com que, nos dois extremos da mesa de competição, tenha-se o mesmo naipe.

ARTIGO 04 - No caso de que a mão termine pela batida, a dupla que bateu anotará a seu favor o total de número de pontos que somam todas as pedras não jogadas, sejam da dupla perdedora, assim como as do parceiro da dupla vencedora, quer dizer, contam-se todas as pedras não jogadas na mão.

ARTIGO 05 - Se a mão terminar por fecha ou tranca, a dupla que tiver ganho, isto é, a dupla com o menor número de pontos das pedras não jogadas, anotará os pontos somados de todas as pedras não jogadas da dupla perdedora, assim também como as pedras não jogadas da dupla vencedora, quer dizer, contabiliza-se todas as pedras não jogadas na mão. Se ambas as duplas tiverem a mesma quantidade de pontos nas pedras não jogadas, será considerado empate. Será anotado zero (0) na coluna da Planilha de Anotação correspondente à dupla que executou o fecha, apenas para fins de controle das mãos jogadas e das saídas futuras.

ARTIGO 06 - Todos os pontos capturados por uma dupla ou outra serão anotados em uma folha chamada Planilha de Anotação, a qual deve ser assinada por, pelo menos, um membro de cada dupla, ao encerrar a partida, e por um Árbitro. O árbitro a encaminhará à mesa técnica. Uma vez processada a informação NÃO se realizarão correções de qualquer tipo.
Parágrafo único: No caso de que as anotações tiverem sido anotadas equivocadamente, ambas as duplas perdem a partida por 200 a 0.

ARTIGO 07 - A partida termina quando uma dupla captura da outra os pontos pré-fixados como meta (200 pontos), pelas autoridades da competição, ou quando se esgotar o tempo estipulado (40 minutos). Se acabar o tempo pré-fixado enquanto se está jogando uma mão, a partida se concluirá ao se colocar a última pedra. Da mesma forma, se o tempo pré-estabelecido terminar durante o início de uma mão, esta deverá ser jogada para se concluir a partida. A este respeito, se define como o início de uma nova mão o momento em que ocorre a finalização da mão anterior, isto é, o momento em que se joga a última pedra, seja por batida ou para o fecha. Contar os pontos, virar as pedras, anotar os pontos obtidos, mexer as pedras e a colocação da primeira pedra pelo atleta que deva iniciar, todas estas ações correspondem ao início de uma mão de Dominó. Fica esclarecido que não existe a figura de mão adicional.

ARTIGO 08 – Se estabelece como limite máximo de partidas e pontos a se jogar em torneios e campeonatos: 15 partidas a 200 pontos, e/ou uma duração de 45 minutos cada.
Parágrafo Único - Em casos excepcionais, e a critério da Comissão Organizadora do torneio ou campeonato, poderão ser disputadas, como mínimo, sete partidas a 300 pontos por um período de 55 minutos.

ARTIGO 09 - A vitória da partida corresponderá à dupla que alcançar primeiro a quantidade pré-fixada como meta pelas autoridades da competição. Também será declarada vencedora a dupla que, quando ao se anunciar a conclusão do tempo pré-estabelecido, e ao término da mão que se está disputando, se encontrar à frente na pontuação na respectiva Planilha de Anotação. Parágrafo Único - Em toda partida deve haver uma dupla vencedora, quer dizer, que, de nenhuma maneira a partida poderá terminar empatada em pontos, ainda que esta tenha a situação ao concluir o tempo pré-estabelecido como duração da partida. Ocorrendo esta circunstancia, deverá ser disputada uma mão extra de desempate, para se declarar a dupla vencedora da partida.

CAPÍTULO II - SISTEMA DE COMPETIÇÃO.

ARTIGO 10 - Em todo certame será utilizado como sistema de disputa e classificação dos atletas o Sistema Suíço de Competição, o qual consiste em ordenar todos os participantes de acordo com os resultados parciais em forma de pirâmide, divide o grupo em duas partes, que as enfrentam entre si , na primeira rodada, em seguida, pega-se os vencedores, os ordena, divide o grupo em duas metades e, novamente volta a se enfrentar entre si, fazendo o mesmo com as duplas que perderam.
§ 1 - Os critérios de classificação da segunda partida, serão os seguintes:
a) Vitórias
b) Efetividade (saldo de pontos)
c) A soma de pontos ganhos.

ARTIGO 11 - Para todos os efeitos do presente Regulamento, denomina-se Efetividade o valor numérico acumulado resultante da subtração da meta definida de pontos em uma determinada partida (200 pontos) menos a pontuação obtida pela dupla perdedora. Não se leva em conta, para este índice, os pontos marcados pela dupla vencedora, independentemente de seu valor. Note-se que, quando se ganha uma partida, a Efetividade obtida terá sinal positivo; e no caso de perda da mesma, será negativo.


CAPÍTULO III - DAS SANÇÕES

ARTIGO 12 - As sanções a serem aplicadas de acordo com a gravidade da falta serão as seguintes:
• Advertência que será anotada na folha de Anotações;
• Imposição de Cartão Amarelo por violação do Artigo regulamentar;
• Imposição de Cartão Vermelho pelas mesmas razões. • Imposição de Cartão Negro por violação aos respectivos artigos pertinentes do Regulamento.
ARTIGO 13 - Nas competições as infrações ou violações ao presente Regulamento serão sancionadas pelos Árbitros, com a imposição de cartões, dependendo da gravidade da falta. Estes cartões são distinguidos por cores amarelo, vermelho e negro e têm o seguinte significado: Cartão Amarelo é uma advertência simples causada por uma falta leve. Cartão Vermelho é uma advertência causada por uma falta grave, e equivale a 2 cartões amarelos, o que equivale à perda da partida com anotação semelhante no caso de abandono da competição. Cartão Negro é uma advertência motivada por uma falta muito grave, também equivalente a 3 Cartões Amarelos; ou 1 Cartão Vermelho e 1 Cartão Amarelo, o que corresponde à expulsão da competição.

ARTIGO 14 - A dupla que, voluntariamente ou não, se apresente com atraso à mesa de competição que lhe corresponda, será penalizada como se segue:
a) Até 2 (dois) minutos de atraso não será aplicada sanção;
b) Após 2 (dois) minutos de atraso, será aplicado Cartão Vermelho ao infrator e perda da partida, com anotação para a dupla vencedora dos pontos pré-fixados a zero (200X0).

ARTIGO 15 - O tempo máximo de uma jogada típica normal (entendendo-se como tal a colocação de pedras em situações de não se estar disponível um fecha ou tranca), será de 20 (vinte) segundos, em caso de se ter mais de uma opção para jogar; e 5 (cinco) segundos, no caso de possuir uma única pedra (e com única opção), ou não tiver nenhuma pedra para jogar, e pronunciar a palavra “PASSO”.
O tempo máximo de uma jogada atípica (anormal), entendendo-se como tal a colocação de pedras em situações de fecha ou tranca, será de 1 (um) minuto. Qualquer demora injustificada nos tempos mencionados no presente artigo será considerada conduta antidesportiva, e ao atleta que cometa esta irregularidade será primeiro: advertido verbalmente pelo árbitro. Em caso de reincidência, na mesma partida ou em outra(s) diferente(s), será imposto ao infrator um Cartão Amarelo, e lhe serão descontados 20% (vinte por cento) da meta do encontro. E, em caso do atleta voltar a repetir a infração, lhe será imposto Cartão Vermelho, com a perda da partida. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior.

ARTIGO 16 - Não se pode fumar, comer ou beber na área ou recinto de competição, antes, durante e após a celebração da competição. Consequentemente, é estritamente proibida a colocação de qualquer objeto sobre a mesa de competição, tais como copos, garrafas, cinzeiros, isqueiros, celulares ou qualquer outro objeto diferentes das pedras de Dominó, exceto a Planilha de Anotação e caneta para anotar. A recusa em acatar esta disposição resultará a imposição, imediata, ao infrator, de um Cartão Vermelho. Também estará sujeito à mesma pena o atleta que evidencie, de maneira notória, influência de álcool ou de substâncias psicotrópicas, que possam influir no bom desenvolvimento da competição.


ARTIGO 17 - O atleta está terminantemente proibido usar telefone celular ou aparelho similar, durante a realização da competição. Os participantes deverão tomar as devidas previsões em caso que, pela natureza de seu trabalho ou atividade pessoal, devam estar permanentemente conectados. O infrator será advertido previamente pelo árbitro e, em caso de reincidência, Cartão Amarelo, sendo descontados os pontos equivalentes a 20% (vinte por cento) da meta do encontro. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saídor da mão anterior.

ARTIGO 18 - Os Atletas deverão manter atitude e postura uniformes, durante o transcurso da partida, com ambas as mãos debaixo da mesa, a vista para a mesma ou para as pedras ali colocadas e permanecer em completo silêncio, sem fazer movimentos, gestos ou ações anormais, que possam ser presumidos como comunicações não permitidas. O Árbitro do encontro que surpreenda um atleta nesta atitude, que suponha a violação prevista no presente artigo, aplicará à dupla infratora um Cartão Amarelo, e descontará 20% (vinte por cento) da meta do encontro. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior.
Parágrafo Único - A critério dos organizadores das competições contempladas no presente Regulamento, poderão fazer uso de tapumes (limitadores de visão) nas mesas.

ARTIGO 19 - Nenhum atleta poderá repreender diretamente a conduta de seus adversários, nem a posição que adotem. Qualquer reclamação deverá ser feita ao Árbitro, que deve velar pelo estrito cumprimento das regras da competição.

ARTIGO 20 - É proibido, terminantemente, qualquer conversa entre os atletas de uma ou de outra dupla, durante o desenvolvimento da mão. Todos os comentários serão muito breves ao se finalizar a mão, em nenhum caso se poderá alterar a voz nem se referir aos adversários. Caso o Árbitro constate esta irregularidade, decretará a anulação da mão e aplicará Cartão Amarelo para a dupla infratora, subtraindo-se 20% (vinte por cento) da meta do encontro. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior.

ARTIGO 21 – As partidas iniciarão de acordo com os procedimentos, que se seguem:
a) Em primeiro lugar, as pedras são viradas, com os pontos para baixo.
b) Em seguida, qualquer atleta mexerá todas as pedras e cada um levantará uma. Corresponderá sair aquele que tirar a pedra com a maior pontuação. Em caso de empate quanto à pontuação das pedras apresentadas, seja entre parceiros ou adversários, a saída caberá ao atleta que levantar a pedra com o naipe mais alto.
c) Uma vez misturadas as pedras, cada atleta escolherá 7 delas, começando pelo saidor, em segundo e terceiro lugares, os posicionados à direita do mesmo e, por último, que mexeu as pedras. O saidor terá a opção de misturar novamente as pedras, caso em que pegará as pedras por último, sem que possa qualquer outro atleta misturá-las novamente. Se um atleta pega mais de 7 (sete) pedras e as vê todas, se procederá a mexida novamente de todas as pedras, e se, pelo contrário, não vê todas ou não vê nenhuma, o atleta que tem pedras faltando, procederá a tomada dentre as não vistas. Tudo isso aqui exposto deve ser feito no menor tempo possível.
d) Em seguida, o saidor colocará a pedra inicial no centro aproximado da mesa, que pode estar marcado previamente, com os pontos para cima. Essa pedra de saída será colocada de tal maneira que, se for doble (bucha), será no sentido paralelo à posição do saidor, e, se for pedra mista, em sentido vertical em relação ao saidor, com o maior lado para frente. Depois de colocada a pedra no centro da mesa, nenhum atleta poderá movê-la do seu lugar.
e) As pedras, ao serem levantadas, serão deixadas na mesma posição e ordem originais, ou seja, não se poderá tocar ou mudar de local, ou movimentá-las para preencher os espaços vazios, que abrirem à medida em que se vai jogando.
f) As pedras serão colocadas sobre a mesa de maneira suave e uniforme, devendo ficar encostadas completamente às já colocadas, sem deixar espaços abertos. Os atletas deverão, sempre, usar a mesma mão para colocar as pedras na mesa, e fazê-lo da mesma forma, se usarem dois, três ou quatro dedos, o farão sempre da mesma maneira. É expressamente proibido "golpear" (bater) as pedras na mesa.
g) Ao se colocar uma pedra na mesa e que esta deva ser virada, por falta de espaço suficiente, a pedra será virada no sentido anti-horário.
h) Caso haja um mesmo naipe nas duas pontas, o atleta, na sua vez de jogar, deve colocar a pedra no lado mais próximo a ele, ou, em caso inexistente, jogará pelo lado direito.
Qualquer violação ao estabelecido no presente artigo deverá ser notificada ao Árbitro, que verbalmente advertirá o infrator sobre a violação à regra e na reincidência será punida com a aplicação de Cartão Amarelo, e serão descontados da dupla infratora, 20% (vinte por cento) da meta do encontro.

ARTIGO 22 – Se antes do início de uma partida ou durante o seu desenvolvimento cai uma ou varias pedras de qualquer atleta, serão observados os seguintes critérios:
Se a pedra se vira com os pontos para cima no momento da mexida, voltará a juntá-la com as demais e todas serão mexidas novamente.
Se a pedra cai antes do início da mão, mas os atletas já estão de posse de suas pedras, caberá à dupla contrária decidir a necessidade de voltar a mexer todas as pedras.
Se a queda ocorre após que a saída ocorreu, a mesma será colocada à direita do atleta e deve ser jogada na primeira oportunidade em que caiba; se a pedra puder ser jogada em ambas as extremidades, será o atleta possuidor da pedra quem decidirá onde jogá-la. Se virarem várias ou todas as pedras, a dupla contrária decidirá se continua a mão ou se procede a mexida, novamente, repetindo a saída o atleta que havia saído.
No caso de que um mesmo atleta cometa este tipo por mais de duas vezes em uma mesma partida, poderá ser penalizado pelo Árbitro do encontro com a imposição de Cartão Vermelho.

ARTIGO 23 - Se antes do início de uma mão, qualquer atleta realiza a saída sem lhe corresponder, o infrator deverá recolher a sua pedra e a dupla contrária decidirá continuar ou misturar as pedras. Em caso de decidir mexer as pedras, a dupla infratora será penalizada, sendo descontados 20% (vinte por cento) da meta do encontro, e sairá o atleta que lhe corresponda a saída. Caso de que a decisão seja continuar a mão, a pedra deverá ser colocada à direita do infrator e jogada na primeira oportunidade em que caiba, e sairá o atleta que lhe corresponda sair; se a pedra puder ser jogada em ambas as extremidades, será o atleta possuidor da pedra quem decidirá onde jogá-la. O mesmo critério se aplicará, durante a mão, um atleta jogue uma pedra sem ser a sua vez de jogar. Em ambos os casos, se a decisão da dupla contrária for seguir a partida, se respeitará o seu resultado, seja ele qual for.

ARTIGO 24 - Se um atleta em sua vez de jogar toca alguma de suas pedras, estará obrigado a jogá-la caso a mesma caiba, mesmo que não a tenha levantado totalmente: "pedra tocada; pedra jogada". No caso da pedra tocada não couber, será imposto ao infrator Cartão Amarelo, e lhe serão deduzidos 20% (vinte por cento) da meta do encontro. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior.

ARTIGO 25 - Se um atleta em sua vez de jogar coloca uma pedra que não caiba em nenhum dos dois extremos, será imposto ao infrator Cartão Amarelo, e lhe serão descontados 20% (vinte por cento). Se a irregularidade for detectada após se ter feito uma ou mais jogadas, a dupla contrária solicitará ao Árbitro a conclusão da mão e se aplicará a mesma sanção. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior.
Parágrafo Primeiro - Se a infração ocorrer para impedir a situação de fecha ou tranca, ou batida da mão, será solicitada a presença de um Árbitro, que sancionará o atleta infrator com Cartão Vermelho.

ARTIGO 26 - Se for apresentada uma situação de tranca ou fecha, o atleta que realiza a jogada se limitará a colocar a pedra no lugar conveniente, sem qualquer exclamação verbal sobre a jogada. Em caso de praticar algum erro no momento da tranca ou fecha, em outras palavras, que o jogo continue aberto, será considerada a colocação da pedra sobre a mesa. Neste caso, se o atleta que cometeu o erro ao pretender trancar ou seu parceiro, ou ambos, virarem suas pedras, corresponderá à dupla contrária decidir, com prévia notificação ao Árbitro, se o infrator deverá recolher as suas e seguir a mão, ou mexê-las e solicitar a punição aos infratores, sendo-lhes descontados 20% (vinte por cento) da meta do encontro. O mesmo tratamento receberá caso que quem vire as pedras sejam os membros da dupla oposta à que deu lugar à situação irregular. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior.

ARTIGO 27 - Quando um atleta na sua vez de jogar não tem pedras que possam ser colocadas na mesa, deverá manifestá-lo de maneira verbal pronunciando unicamente a palavra “passo”, com voz forte, clara e inteligível. É expressamente proibido tocar na mesa, sinalizar ao atleta seguinte ou qualquer outro gesto para substituir ou acompanhar o vocábulo expresso neste artigo. Para todos os efeitos deste Regulamento a pronúncia da palavra “passo” será equivalente à execução de uma jogada.

ARTIGO 28 - Caso que, voluntariamente ou não, o atleta, em sua vez de jogar, pronuncie a palavra “passo”, tendo pedra(s) para jogar, independentemente do momento da detecção da falta, a dupla contrária solicitará a presença de um Árbitro, que penalizará o atleta infrator com Cartão Amarelo e lhe subtrairá 20% (vinte por cento) da meta do encontro. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior. Se a falta ocorrer para impossibilitar a situação de fecha ou tranca, ou batida da mão, será sancionado ao infrator o Cartão Vermelho.

ARTIGO 29 - Se um atleta, por qualquer motivo, vire as pedras sem que tenha terminado a mão, a dupla contrária solicitará a presença de um Árbitro, que, a pedido da dupla afetada ordenará a continuação ou não da mão. Caso a dupla contrária decida não continuar a mão, se penalizará a dupla infratora, subtraindo sua pontuação em 20% (vinte por cento) da meta da partida. A mão termina com a penalização e inicia o próximo atleta, seguinte ao saidor da mão anterior.

ARTIGO 30 - Ao finalizar cada mão, todas as pedras devem permanecer em seu lugar até que tenha sido contado e devidamente registrado, na Planilha de Anotação, o resultado da mesma, e dado satisfação aos 4 (quatro) atletas. O não cumprimento desta regra resultará em uma advertência verbal pelo Árbitro da partida ao atleta e, em caso de reincidência, será motivo para a imposição de Cartão Amarelo para o infrator, subtraindo de sua pontuação 20% (vinte por cento) da meta da partida.

ARTIGO 31 - Se um atleta for detectado, em maneira fraudulenta e/ou flagrante, alterando a Planilha de Anotação, alterando o resultado originalmente obtido, será aplicado imediatamente um Cartão Negro, sem atenuantes. Qualquer modificação na Planilha de Anotação deverá realizada na presença do Árbitro, que conhecerá e avaliará a situação em questão.

ARTIGO 32 - Nenhum atleta poderá levantar-se da mesa sem haver concluída a partida, exceto por indisposição física ou força maior, com a prévia autorização do Árbitro, que tomará as devidas providências. Caso contrário, ou seja, sem autorização, será considerado Abandono de Competição.

ARTIGO 33 - Para todos os efeitos deste Regulamento, quando se apresentar em uma partida a situação de Abandono de Competição, quer dizer, quando um ou os dois integrantes de uma dupla se retira(m) da mesa de competição sem autorização expressa de um Árbitro, uma vez verificada a situação, este fará uma advertência ao infrator com Cartão Vermelho, e decretará a vitória para a dupla presente , anotando a pontuação equivalente à meta do encontro a zero (200 X 0), independentemente do estado do placar.

ARTIGO 34 - O atleta que deu origem à suspensão de uma partida sem justa causa ou por discursão com um atleta ou ambos da dupla contrária, com seu próprio parceiro ou com pessoa fora do jogo, deverá suspender a discursão e retomar a partida imediatamente, se não for retomada, o Árbitro do encontro poderá punir o infrator com Cartão Amarelo, Cartão Vermelho ou Cartão Negro, conforme o caso.

ARTIGO 35 - Não se poderá interromper ou suspender nenhuma partida programada, salvo circunstância excepcional e imprevisível, alheia aos participantes. Caso isso aconteça, será o Árbitro do encontro, de prévio acordo com a Mesa Técnica, quem decidirá tal suspensão e resolver o problema que originou a interrupção, assim se procederá de imediato a retomada do encontro. Em caso de interrupção prolongada, ficará a critério da Comissão Técnica, ouvido o Árbitro, a decisão do período de espera para o reinício da partida.

ARTIGO 36 - O atleta que de maneira flagrante agrida verbal, gestual ou fisicamente quaisquer dos atletas participantes e/ou autoridades da competição será penalizado com a imposição de Cartão Vermelho ou Cartão Negro, a critério do Árbitro.
Parágrafo Único - Se houver qualquer agressão física, o infrator será banido para sempre dessa atividade desportiva.

ARTIGO 37 - O atleta que de maneira flagrante desacate as orientações, advertências, e/ou sanções que forem impostas pelas autoridades da competição, será penalizado com Cartão Negro, declarando-se vencedora a dupla oposta, com a pontuação equivalente à meta do encontro a zero (200X0), seja qual for o estado do placar.

ARTIGO 38 - É terminantemente proibido a todos os participantes, atletas ou autoridades da competição, sem exceção, portar qualquer tipo de arma durante a celebração da mesma.

ARTIGO 39 – Somente poderão permanecer na área ou recinto de competição, os atletas participantes, o pessoal da Comissão Técnica, devidamente identificados e devidamente autorizados em caso de ocorrência que justifique sua presença. Uma vez concluída cada partida, todos os participantes estão na obrigação de deixar o local de competição, sob pena de advertências por parte do Corpo Arbitral, assim como a imposição de Cartão Amarelo, caso algum atleta desacate esta disposição.
Parágrafo Único - Fica expressamente entendido que ninguém não autorizado no presente artigo, poderá entrar no recinto de competição após iniciada a competição.

CAPÍTULO IV - DISPOSIÇÕES FINAIS.

ARTIGO 40 – Quaisquer casos não previstos no presente Regulamento, serão resolvidos pela Comissão Organizadora autoridade máxima do torneio ou campeonato e sua decisão será respeitada não cabendo qualquer recurso ou contestação.


Regulamento Oficial da FEDERAÇÃO PAULISTA DE DOMINÓ – FEPAD, baseado no Regulamento Oficial da FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE DOMINÓ – FID. Edição de JULHO/2008.





FEDERAÇÃO PAULISTA DE DOMINÓ - FEPAD

A Federação Paulista de Dominó - FEPAD, é uma organização de atuação em todo o estado de São Paulo, que impulsiona o Dominó como atividade desportiva de primeira ordem: proporcionando o número de atletas participantes e o número e a qualidade de Campeonatos, Torneios e Encontros de dominoístas, melhorando o reconhecimento público deste Esporte o nosso Dominó.

- A FEPAD, serve de enlace entre atletas e entidades (clubes, associações e ligas) de todo o estado.

- Organiza e apoia todo o tipo de atos relacionados com o Dominó.

- Serve de ponto de encontro de todas as comunicações e informações que tenham relações com o Dominó.

- Assessora e organiza entidades que tenham como fim a promoção e a divulgação do Dominó.

- Gestiona recursos internos e externos derivados por suas atividades.

- Administra esta página com a orientação de prestar serviços e informações a toda comunidade voltada ao mundo do Dominó:
- Difundindo todos os Torneios no Brasil e no Mundo.
- Criando um banco de dados de todas as organizações mundiais de Dominó.

- Esta página foi criada com a finalidade de ajudar aos interessados em manter contato com esta: "MÁQUINA DE FAZER AMIGOS", que é o jogo de Dominó.




NOSSA HISTÓRIA

No início de 2000, um grupo de amigos reúnem-se todos os finais de semana no bar do Valdeci para um descontraído jogo de dominó. O grupo foi crescendo e então alguém teve a idéia de realizar um campeonato. E assim continuaram fazendo nos anos seguintes. Em 2004, para participar do campeonato anual da recém criada Liga Paulistana de Dominó (LPD), os amigos do Bar do Valdeci reuniram-se e criaram o UNIDOS DOMINÓ. Em 31/03/2005, o clube foi oficializado passando a ter personalidade jurídica, passando a chamar-se: ASSOCIAÇÃO CULTURAL, RECREATIVA E DESPORTIVA UNIDOS DA PATRIARCA “A.C.R.U P.”

2007 – O Sr. Manoel Vieira (Nildo), um dos fundadores do Unidos, teve os primeiros contatos com a Federação Internacional de Dominó, com sede em Barcelona-ESP, tendo sido nomeado como delegado representante do Brasil na FID, na época presidida pelo Sr. Eduard Petreñas.
Orientado pelo Sr. Petreñas, iniciou um projeto para a criação da CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DOMINÓ, com sede em São Paulo, com o objetivo de desenvolver e divulgar o dominó como esporte no Brasil. Vários contatos foram feitos a nível nacional e internacional com países como: México, Venezuela, Costa Rica, Republica Dominicana, entre outros que já haviam constituído suas Confederações e já disputavam campeonatos mundiais organizados pela FID. No entanto apesar de muitos esforços o plano foi arquivado por falta de apoio dos órgãos competentes.

Em janeiro de 2011, foi finalmente fundada a CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
DE DOMINÓ – C O N B R A D, por um grupo de Brasilia - DF. todos da equipe do TERNO DE BRANCO, uma Associação de moradores, que organizam torneios.

Em abril de 2011, a CONBRAD, através de seu presidente o Sr. Ronaldo Aguiar, convidou representantes de todos estados brasileiros interessados em participar de uma audiência no Ministério do Esporte, para discutir sobre a regulamentação do dominó como esporte.

Para representar São Paulo, da Liga Paulistana (LPD), foram: José da Costa Manso (Zeca)
presidente e o Sr. Lincon, vice-presidente e do UNIDOS, foram: Manoel Vieira (Nildo) e Angelo Batista (Marreco).

A reunião no Ministério foi realizada dia 24 de maio e para os amantes do dominó o dia passou a ser conhecido como: “DIA NACIONAL DO DOMINÓ”

A audiência com o Ministro Interino do Esporte Sr. Vicente Neto, (Orlando Silva, o titular estava de licença médica), teve a presença do presidente da FID, Sr. Lucas Guittard, vindo da Flórida-USA., e do presidente da CONBRAD, Sr. Ronaldo Aguiar. e também de representações de vários estados brasileiros. A reunião transcorreu magnificamente e foi muito exitosa. O Ministro elogiou a iniciativa da CONBRAD, e prometeu apoio institucional à entidade em todo seu plano de metas conforme projeto apresentado.


Entre outros objetivos, o plano de metas da CONBRAD, contemplava:

1 – Participação de uma equipe Brasileira no Campeonato da Costa Rica em junho/2011.
2 – R e c o n h e c i m e n t o pelo Ministério do Esporte do Dominó, como esporte.
3 – Inclusão do ensino do esporte Dominó nas escolas como matéria extra-curricular.
4 – Participação do Brasil no IX Campeonato Mundial na Abcásia em outubro/2011.
5 – Realização do Campeonato Mundial de Dominó no Brasil, Brasilia-DF, em 2014.

FUNDAÇÃO DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE DOMINÓ - F E P A D

Ao retornar de Brasília, O Sr. Manoel Vieira (Nildo) e Angelo Batista (Marreco), em 01/junho/2011, reuniram-se com mais 20 pessoas, devidamente qualificadas, conforme relação (documento faz parte da ata de fundação), e decidiram pela criação da FEDERAÇÃO PAULISTA DE DOMINÓ – FEPAD, através da transformação dos estatutos da ACRUP, conservando a data de fundação 31/03/2005, assim como o mesmo CNPJ.

O objetivo principal da FEPAD, é o desenvolvimento do esporte Dominó, em todas as regiões do estado de São Paulo, através da divulgação de sua prática em Clubes, Associações e Ligas, filiando estas entidades, organizando torneios e campeonatos regionais, visando criar um ranking de atletas para a participação nos campeonatos nacionais promovidos pela CONBRAD, e internacionais, promovidos pela FID.